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ruiemanuelpais
Quinta-feira, 22 de Julho de 2010

SOBRE O TAJ MAHAL E O PENSAMENTO DE RABINDRANATH TAGORE

A VERDADE SOBRE O TAJ MAHAL E O PENSAMENTO DE RABINDRANATH TAGORE

 

 

Na modernidade, o Taj Mahal, inegavelmente, é uma das obras-primas da arquitectura indo-muçulmana. O monumento é, na realidade, um mausoléu construído em mármore branco com detalhes esculpidos em mármore colorido encravado de pedras semipreciosas, contendo, também, inscrições relativas a textos do Alcorão – Livro Sagrado que contém o código religioso, moral e político dos muçulmanos – mandado construir pelo Imperador Shah Jahan, entre 1632 e 1652 (estas datas não coincidem entre os autores), em homenagem à Arjumand Banu Begun, que, mais tarde, se tornaria sua esposa e seria imortalizada com o nome de Mumtaz Mahal (que significa a Eleita do Palácio).

 

Shah Jahan convidou os mais famosos arquitectos e artistas dos impérios persa e mongol, e mandou comprar os mais perfeitos e belos mármores, jades e rubis para decorar o mais esplendoroso túmulo que alguém poderia imaginar em vida poder ter. Mumtaz Mahal morreu ao dar à luz o 14º filho do casal. Shah Jahan, então, sofrendo desesperadamente, ordenou que fosse construído um túmulo ímpar para a sua bem-amada esposa, segundo orientação: – Que não fosse fúnebre, pois deveria celebrar a curta vida de um amor. A sua beleza e a sua graça hão-de recordar eternamente a mulher, sem jamais envelhecer. Será um sonho de mármore edificado na fronteira delicada entre o real e o irreal, como a própria paixão. Realmente muito lindo.

 

Rabindranath Tagore poetificou: O Taj Mahal é uma lágrima de amor na face da eternidade.

 

Se soubesse que Shah Jahan, depois de a obra pronta, mandou cortar todos os dedos das mãos de todos os operários da obra (mais ou menos 20.000), para que ninguém reproduzisse a beleza e a imponência que havia construído, e que, também, mandou confinar seu pai em um dos quartos da torre principal até que morresse, talvez se tivesse abstido de ter feito aquele comentário poético sobre o Taj Mahal. Ora, se o Taj é uma lágrima de amor na face da eternidade (que não tem face e nem chora), o que poderiam representar para um imperador apaixonado 200.000 dedos [20.000 x 10 dedos (5 de cada mão) é igual a 200.000 dedos]. Matemática elementar!

 

Há muita injustiça na história de quem detém o poder na Terra da desumanidade e assume o papel de justiceiro acima do Deus Verdadeiro. Rui Pais

 

 

 

 

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publicado por Emanuel às 21:58
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